segunda-feira, 30 de maio de 2011

Estresse e fadiga diária podem estar associados a má postura.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, 85% da população mundial sofre de dores nas costas. O Instituto Affonso Ferreira oferece curso de postura que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas

Dores de cabeça e nos ombros tornaram-se comuns. À tarde, são as pernas e as costas que incomodam. As cãibras começam a aparecer e, no geral, a sensação de cansaço. Se você apresenta um ou mais desses sintomas no final do dia, é bom prestar atenção no seu corpo e na sua postura. Muitos desses desconfortos podem ser consequência de uma forma errada de se movimentar ou de ficar parado, em pé ou sentado, é o que garante a fisioterapeuta do Instituto Affonso Ferreira, Sylvia Helena Ferreira da Cunha Henriques.

Segundo a fisioterapeuta, os incômodos causados pela má postura corporal são muitos. Dentre eles, está a lombalgia, que é conhecida como dor nas costas e temida por todo mundo. De acordo com a Organização Mundial de saúde (OMS), 85% da população mundial sofre de dores na coluna. Quatro, em cada cinco pessoas, vão passar por uma crise dessas durante a vida. Depois do resfriado simples, a lombalgia (dores na região lombar da coluna) é a causa mais comum de perda de dias de serviço em pacientes abaixo de 45 anos. “Desde que assumiu a postura ereta, o maior desafio do homem tem sido ficar em pé sem forçar sua estrutura óssea ou articulações”, afirma Sylvia. Pensando nisso, o Instituto Affonso Ferreira, em Campinas (SP), oferece aos seus pacientes um curso de postura com intenção de proporcionar uma melhor qualidade de vida e diminuir o número de atendimentos e sessões de fisioterapia.

Nas aulas, o paciente vai saber como é formada a coluna e o que pode causar dor. Aprenderá, ainda, que deverá cuidar de sua postura ao sentar, andar, dormir e até como se vestir. Recebe ainda uma lista de exercícios para casa, que deve ser realizada regularmente. Durante o programa é feita uma avaliação individual – com questionários que são reaplicados depois de três meses e um ano – com o objetivo de avaliar e observar se o retorno desses pacientes vai diminuindo a cada avaliação. As orientações posturais, associadas aos exercícios de alongamento e relaxamento, reduzem de maneira significativa a sensação de desconforto e dor, músculo-esquelética, apresentadas pelos participantes do programa. A maioria dos pacientes apresenta uma melhora e tenta, ao longo do tempo, mudar os hábitos.

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